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terça-feira, 8 de março de 2016

ZIKA E MICROCEFALIA: PERGUNTAS SEM RESPOSTAS

Achei por bem fazer alguns adendos que reforçam a denúncia do Dr. Plínio Bezerra dos Santos Filho divulgada no post. anterior. A denúncia é grave e, pelo que sabemos, nada sobre o assunto e sobre as considerações do Doutor foi investigado ainda. Há uma estratégia midiática organizada no sentido de divulgar apenas fatos e resultados que corroboram com a "constatação" de que a microcefalia é causada pelo vírus Zika. Entretanto, poucos conhecem as informações omitidas, muito em função de que a maior incidência, tanto do Zika, quanto dos casos de microcefalia, está direcionada ao povo menos favorecido e mais humilde. Portanto, você pode ajudar repassando a seus vizinhos e amigos as informações encontradas aqui! Isso já promove a dúvida e permite que haja uma investigação por parte dessas pessoas.


Precisamos nos fazer algumas perguntas simples antes de analisar o atual quadro das doenças apresentadas:
1 - Se o Zika Vírus existe desde a década de 40 e já apresentou surtos em alguns países antes do Brasil, sem sequer ser cogitada a possibilidade de associação com a microcefalia, por que somente agora (e no Brasil) houve essa associação?
Vermelhidão nos olhos
2 - Para que o vírus possa apresentar essa nova faceta destrutiva (tendo-se em consideração que o vírus desenvolve sintomas semelhantes aos da dengue e da Chycungunya) tem que haver uma mutação ou algo semelhante. Por que ninguém fala sobre as alterações que o vírus pode ter sofrido?
Manchas causadas pelo vírus
3 - Por que os casos de microcefalia estão concentrados somente no Brasil se o surto acontece em vários países da América e África? (A Colômbia registrou três casos de associação de Zika e Microcefalia, o que não é suficiente para nenhuma conclusão).
4 - Você sabia que há um grande número de casos de grávidas com Zika e que não apresentam indícios de microcefalia em seus fetos? Percebe que esses números não são divulgados pela mídia?
Estrutura do vírus
5 - Você sabia que todo o alvoroço criado sobre o assunto está baseado na análise do líquido amniótico de duas mães e na dissecação de um feto morto contaminados com Zika Vírus? Sabia também que o governo decretou a associação mesmo sem maiores provas?
Se você teve dificuldades de dar respostas convincentes a estas perguntas, então com certeza a dúvida já faz parte de sua visão para o assunto. Isso porque realmente as informações são escassas sobre as origens desse suposto "novo" vírus. Há até mesmo uma estratégia (furada) de não tratar a situação como nova. Especialistas europeus tem agradecido o Brasil pela "descoberta" da associação da microcefalia com o Zika, ignorando a inexistência de um histórico anterior que linkasse os dois problemas:
"De certa forma, eu diria que a importância da população afetada no Brasil foi a de servir de revelador para a associação com a microcefalia", disse Deni Coulombier, chefe da unidade de vigilância e resposta do Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças em entrevista para BBC.
Em nossa humilde opinião, seria muita coincidência o fato da incidência de microcefalia ter ocorrido no mesmo período mencionado pelo Dr. Plínio se os primeiros casos foram notificados no início de 2015, o que mais indica fatos que ocorreram naquele período para o atual nascimento dos bebês com o problema, sendo importante destacar que o maior pico de incidência do surto de Zika foi notificado depois da metade de 2015. Importante destacar também a análise científica da Dra. americana Kathy J. Forti, também PhD, minimizando os perigos de vírus da família Flavivirus como o Zika.
Seguem alguns dados do atual surto de Zika:
Países mais atingidos atualmente:
Cabo Verde (África): 7164 casos, nenhum de microcefalia.
Polinésia Francesa (Oceania): Relatou 32000 casos entre 2013 e 2014 e nenhum de microcefalia.
El Salvador (Caribe): 1561 casos, nenhum de microcefalia.
Venezuela (América do Sul): 5122 casos, um caso suspeito de microcefalia.
Colômbia (América do Sul): 42000 casos, 3 casos suspeitos de microcefalia.

No fim do post. disponibilizamos o link da análise da Dr. Kathy J. Forti retirado do site da Quitéria Chagas para quem deseja ler na íntegra.
E você leitor, ainda mantém sua opinião sobre o assunto? Comente, deixe sua opinião e não deixe de compartilhar com seus amigos. Isso é muito importante para nosso blog. Para seguir o Na Sociedade é fácil basta clicar no botão azul "PARTICIPAR DESTE SITE".